5 de julho de 2015

Daniel Matador - Dominando a Vila

Santos 1 x 3 Grêmio

Torcida gremista compareceu à Vila Belmiro e viu uma vitória histórica.
 Caros

O tricolor entrou na Vila Belmiro já sabendo do tropeço do Sport, que empatou no jogo matutino dominical contra o Avaí, na Ressacada. Isso porque deram uma garfeada no time catarinense e a arbitragem assinalou um pênalti mandrake ao final do jogo, permitindo que o até então líder do campeonato arrancasse um empatezinho maroto aos 47 do segundo tempo. Mas isso pouco importa, o que vale é a manutenção da campanha gremista até aqui, não obstante a sempre difícil missão de jogar na Vila Belmiro. Além de contar com o desfalque de Maicon, que até o momento constitui-se em peça importante do esquema de Roger Machado, tendo de improvisar Edinho na função. O restante da escalação foi mantida da forma como se imaginava e havia sido lançada aqui no post pré-jogo.

Quem é daqui do RS pôde acompanhar o jogo pela televisão aberta. Naturalmente, com o volume no zero e o ouvido na Grêmio Rádio Umbro 90.3 FM. Inclusive, para quem ainda não sabe, em menos de 6 meses de operação a Grêmio Rádio Umbro já é a 11ª rádio MAIS OUVIDA do RS (quase encostando na 10ª) e é a vice-líder entre as rádios que transmitem futebol. Isso mesmo: só tem UMA única rádio de futebol na nossa frente POR ENQUANTO!!! TODAS as outras rádios da ivi estão comendo poeira durante as transmissões das partidas do tricolor!!!

Primeiro tempo: Santos 0 x 1 Grêmio

O tricolor entrou no gramado da Vila Belmiro trajando a até então invencível camisa celeste degradê. A torcida do Santos compareceu em número ridículo ao estádio.  A intensidade, marca registrada do time de Roger, começou desde o início. Nas duas vezes em que o Santos tentou uma aproximação, Geromel rechaçou com extrema categoria. Até que aos 4 minutos Luan fez boa jogada pela direita de ataque, cruzou e Pedro Rocha concluiu para abrir o placar. Aos 6 minutos, após acreditar em uma jogada quase perdida, Giuliano cruzou para Pedro Rocha, que chutou cruzado, porém fraco, permitindo a defesa do goleiro santista, o qual impediu o segundo gol gremista. Aos 12 minutos, após passe primoroso de Geromel vindo lá da defesa, Luan fazia fila o sofreu falta na entrada da área, não marcada pelo árbitro.

O Santos até tentou algumas chegadas, porém a marcação do Grêmio era impiedosa e não permitia que nenhum santista se criasse. Um guri tentou aplicar um chapéu em Walace e tomou um SARRAFO para aprender. Aos 26, Geuvânio deu entrada criminosa em Luan e levou apenas cartão amarelo. Ele alegou que também havia machucado-se na jogada e saiu para ser atendido. No minuto seguinte, acabou tendo uma atitude que nem na várzea se vê: ingressou em campo durante um ataque do Santos sem que o árbitro tivesse autorizado sua entrada. Por conta disso, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. Chamar de burro é pouco. Aos 29, Giuliano desferiu um chute cruzado que passou muito perto e levou perigo. Aos 32, Giuliano fez grande jogada driblando todo mundo e chutando em cima do goleiro. No rebote, Douglas chutou por cima.

Aos 41, uma blitz que por pouco não resultou em gol. Douglas cruzou e no rebote, novo arremate tricolor. Aos 44, outra boa jogada de Douglas, que driblou vários e chutou de longe. Aos 45, Giuliano chapelou o zagueiro Caju dentro da área e quase marcou um golaço. Aos 49, Pedro Rocha sofreu falta na quina da área. Na cobrança, Douglas meteu na cabeça de Marcelo Oliveira, que quase marcou o segundo. O Grêmio deixou de botar a tampa do caixão ainda no primeiro tempo. Dominou totalmente o jogo e não permitiu que o Santos criasse nenhuma jogada de extremo perigo. Roger montou uma estrutura que literalmente amarrou a equipe adversária. Tanto que Grohe não fez praticamente nenhuma defesa, apenas intervenções.







Segundo tempo: Santos 1 x 2 Grêmio

Roger botou Mamute no lugar de Pedro Rocha. A menos de 2 minutos, Ricardo Oliveira chutou perigosamente e a bola bateu na rede pelo lado de fora. Só que, novamente aos 4 minutos, o tricolor balançou as redes santistas. Galhardo recebeu a bola pela direita e emendou uma sapatada, sem chances para o arqueiro. Era o segundo gol do Grêmio, senhor absoluto da partida. Aos 10 minutos, uma mega jogada entre Giuliano e Galhardo, que quase marcou o terceiro. Aos 13, Galhardo, Giuliano e Luan botaram o time do Santos na roda, em uma jogada que só parou com falta. Aos 18, outra grande jogada pela direita, com Luan recebendo na área e quase metendo para as redes. Aos 19, um passe errado de Walace, aliado a uma chupada de bala da defesa, fez com que a bola sobrasse para Ricardo Oliveira, que não perdoou e descontou.

Aos 21, mais uma blitz gremista que quase resultou em gol, com Marcelo Oliveira chutando e o goleiro defendendo. Aos 24, quase que Ricardo Oliveira empata o gol em chute cruzado, após falha de marcação da defesa. A partida vinha nervosa, até que aos 37 Edinho fez grande jogada e Mamute chutou pelo meio das pernas do goleiro, decretando a vitória gremista. Aos 39, Rhodolfo saiu para a entrada de Erazo, deixando a faixa de capitão com Marcelo Oliveira. Aos 41, um SASSARICO na defesa do Santos, que afastou de forma atabalhoada para não tomar o quarto. Aos 43, Galhardo deu um carrinho salvador para evitar que Ricardo Oliveira entrasse livre para marcar. Aos 45, o garoto Moisés entra no lugar de Douglas, naquela famosa alteração para matar tempo. Aos 47, Luan arrematou de fora da área e a bola passou próximo ao ângulo esquerdo.


Mas não havia tempo para mais nada. O Grêmio fincava a bandeira tricolor no gramado e tomava conta da Vila Belmiro, na maior vitória gremista até agora neste estádio. Uma vitória emblemática que consolidou o time entre os líderes.






Como jogaram:

Grohe: assistiu a partida na primeira etapa, apenas fazendo intervenções. Sem grande culpa no gol sofrido. Nota 7
Galhardo: foi bem no primeiro tempo, tentou algumas jogadas. Marcou o segundo gol da partida em um feliz chute cruzado. Nota 8
Geromel: excepcional, um dos melhores em campo. Altíssima categoria. Nota 9
Rhodolfo: a segurança de sempre. Sofreu uma pancada forte no segundo tempo. Nota 8
Marcelo Oliveira: cumpriu bem seu papel, principalmente na parte defensiva. Rechaçou várias jogadas do Santos de forma precisa. Nota 8
Edinho: substituiu Maicon e não comprometeu. Cansou após os 30 do segundo tempo, mas fez a jogada do terceiro gol. Nota 7
Walace: é um volante soberbo. Deu aula na volância. Mas um erro seu ocasionou a jogada que resultou em gol do Santos. Nota 8
Douglas: fez uma boa jornada na meia-cancha. Vem crescendo de produção. Nota 8
Giuliano: um dos melhores em campo. Correu e criou muito. Nota 9
Luan: muitas jogadas e muita disposição em campo. Nota 9
Pedro Rocha: fez o que o atacante tem de fazer e anotou o gol no primeiro tempo. Nota 9

Mamute: entrou muito abaixo do resto do time. Sua contribuição resumia-se a prender a bola no ataque, até que marcou o gol que martelou o prego na tampa do caixão santista. Nota 8

Erazo: entrou no finalzinho, mas não comprometeu. Sem nota
Moisés: entrou aos 45 e não teve tempo de mostrar muita coisa. Sem nota


Roger: mexeu o mínimo possível ao escalar Edinho e manteve a estrutura da equipe. A cada jogo dá uma nova injeção de ânimo no time. Está surpreendendo todo mundo. Nota 9

Arbitragem: o árbitro Felipe Gomes da Silva deixou de marcar uma falta clara em Luan na entrada da área. Agiu de forma corretíssima ao aplicar o cartão amarelo em Geuvânio e em seguida expulsá-lo, seguindo a regra. No segundo tempo, não teve grande interferência.

Agora o próximo jogo é contra a Chapecoense, desta vez com a volta de Maicon, mas com o desfalque de Walace, que tomou o terceiro amarelo. A seguir nessa toada, o G4 é a morada do Grêmio.

Saudações Imortais

4 de julho de 2015

Daniel Matador – Todas as guerras



“Mal acabava uma luta... e começava outra. E quando eu dava por mim, estava no meio de outra peleia. Não conseguia parar. E lá vinha outra guerra, e outra guerra, e outra guerra, e mais outra guerra, eu guerreei todas as guerras! Não perdi nenhuma!”
Capitão Rodrigo Cambará, personagem de O Tempo e o Vento, obra imortal de Érico Veríssimo, magistralmente interpretado por Tarcísio Meira na adaptação televisiva feita em 1985.

Caros

Teremos neste domingo o raro prazer de acompanhar o tricolor pela televisão aberta aqui nos pagos, visto que o jogo contra o Santos ocorrerá em São Paulo e será transmitido para o Rio Grande do Sul. Por mais um milagre do destino, o jogo será às 16 horas, um bom horário para acompanhar quando se trata de jogos fora de casa. E tem muita coisa em jogo nesta partida. O Santos perdeu Robinho, que não renovou seu contrato. O nada saudoso Werley levou o terceiro cartão amarelo na partida contra o Fluminense e não enfrenta o Grêmio (apesar de que, dado o histórico, seria um reforço). Mas conta com Ricardo Oliveira, um centroavante profissional que continua em forma, apesar da idade.
O técnico Roger não poderá contar com Maicon, autor do golaço na vitória sobre o Palmeiras. Em seu lugar, uma alternativa interessante seria deslocar Marcelo Oliveira para a volância, botando Marcelo Hermes na lateral esquerda. Os dois Marcelos já mostraram que podem render bem nestas posições. Mas Roger adiantou que a tendência é que Edinho seja utilizado no lugar de Maicon. Desta forma, a equipe sofreria alteração em apenas uma posição, mantendo a estrutura que vinha sendo utilizada nas últimas partidas. O time deverá ser composto por Grohe no gol, com Rhodolfo e Geromel na zaga. Galhardo e Marcelo Oliveira são os laterais. No meio, Edinho junta-se ao cada vez melhor Walace, com Douglas, Giuliano, Pedro Rocha e Luan completando a equipe. Resta ver se dará certo e o time poderá manter a mesma pegada que vem apresentando, podendo engatar a quinta vitória seguida no campeonato.

Edinho deve ocupar o lugar de Maicon, afastado por conta do 3º cartão amarelo.
 
Em 1985, a Rede Globo, esta mesma que detém os direitos de transmissão do campeonato e sacaneia o Grêmio nos horários dos jogos, adaptou para a televisão a magnífica obra O Tempo e o Vento, de Érico Veríssimo. Esta até hoje pode ser considerada a maior saga já escrita no Brasil, não tendo outra que sequer possa equiparar-se a ela (na opinião deste humilde escriba). Dentre vários ícones desta epopeia, um dos que mais se destaca é o Capitão Rodrigo Cambará, o qual foi vivido na adaptação televisiva por Tarcísio Meira, em espetacular interpretação.
Mesmo quando acha motivos para descansar de seu cotidiano de lutas e batalhas, o Capitão Rodrigo encontra dificuldades em adaptar-se à vida pacata no povoado de Santa Fé, de onde chegou "vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca". Ele era um senhor da guerra e a vida civil não conseguia prendê-lo. Em uma cena antológica, ele relembra suas contendas e brada as frases que encabeçam este post. Ler os volumes de O Tempo e o Vento é obrigação de qualquer gaúcho.
Pois assim como o Capitão Rodrigo, Roger tem feito com que o Grêmio não descanse em suas lutas e prega o mantra da intensidade constante. Mal acaba uma guerra, outra começa. E depois outra, e mais outra, e mais outra. E todas elas têm de ser enfrentadas. É quase impossível, estatisticamente falando, vencer todas. Mas manter o estado de espírito que o time vem apresentando nos últimos jogos é condição vital para que o topo da tabela seja atingido.
O jogo é na historicamente hostil Vila Belmiro, contra uma equipe tradicional. O tricolor já bateu pequenos neste campeonato, como Figueirense e Avaí. Também já bateu grandes, como Palmeiras, Cruzeiro e Corinthians. Não importa o tamanho, o importante é vencer e somar os 3 pontos. Como já dizia o Capitão Rodrigo Cambará, “nos pequenos dou de prancha e nos grandes dou de talho”.
 
Saudações Imortais

3 de julho de 2015

O tudólogo e o tabu a quebrar

Eu gosto do David Coimbra. Gosto sim. Ele é um dos poucos jornalistas talentosos desta geração de churrasqueiros e caça clics. Mas o David, não por nada, é conhecido como tudólogo. Um tudólogo, como devem saber, é o cara que sabe tudo sobre tudo e mais um pouco. E não só sabe como dá palpite. Os outros jornaleiros da praça, a grande maioria, é de uma mediocridade atroz e, por esta razão especialmente, não merecem grandes perdas de tempo com eles.

Mas o David é muito bom. Escreve fácil. Escreve bonito. Escreve com convicção. Eu leio o David sempre que vejo que postou algo novo. Não procuro, mas se aparece a manchete vou lá ler. Eu estava chateado com o David. O David, como sabem é um gremista não muito convicto. Ele gosta muito do churrasco do Fernando Bla-bla-lho e, sempre fala isto. Gosta também do chopp que acompanha a costela do pedalado.

Talvez por isto, para garantir lugar na mesa, gosta de cornetear o Grêmio. Ou, talvez, não seja por isto. Pode ser que o David seja apenas mais um corneteiro chato como o Ademir, o Wilson e outras malas que vivem por aqui. Mas é um corneteiro talentoso. E descuidado. Tão descuidado que, embora o imenso talento, pode ser ridicularizado pelas coisas que tem escrito sobre o Grêmio. Como esta, esta e esta. Estas releituras são deliciosas. Ah, sabichão. Que saia justa não?

O que fazer com a melhor frase destes teus comentários? "... o rebaixamento é inevitável."

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Domingo é dia de jogo bom. Jogo bom é aquele que é difícil mas sobre o qual temos boas expectativas. O Imortal está com 4 vitórias seguidas e enfrenta o Santos num estádio em que não vence há muito tempo. Venceu só uma parece.

Vi parte do jogo do Santos ontem. Estava melhor que o Fluminense no Rio quando levou o segundo gol. Mesmo estando no rodapé da tabela é um time encardido. Tem alguns jogadores de grande habilidade e um centro-avante matador. Não vai ser fácil. Porém, o tricolor vem embalado e, sabemos todos, tabus existem para ser quebrados. O Grêmio ganha domingo.

2 de julho de 2015

Bastidores do jogo Grêmio 1 x 0 Cruzeiro





video

Avalanche Tricolor: vitória comemorada nas nuvens

Por Milton Jung

Grêmio 1×0 Cruzeiro
Brasileiro – Arena Grêmio


image


Estou passando em algum ponto qualquer próximo do continente africano a caminho do europeu. Faltam pouco mais de quatro horas de voo até Munique, primeira parada antes de chegar ao destino final, Roma. São 37 mil pés de altitude, e acabo de vibrar com mais uma vitória do Grêmio, a quarta seguida neste campeonato.

Quando deixei São Paulo, cheguei a lamentar com os parceiros de viagem o horário do voo, que me impediria de assistir ao jogo desta noite, na Arena. Como, porém, era a melhor opção neste início de férias, registrei, antes do embarque, em telefonema para o meu pai, o desejo de sorte para nós, nesta partida contra um adversário clássico do futebol brasileiro. Era o bicampeão que estaríamos enfrentando e tendo o desafio de manter uma sequência de vitórias difícil para o nível da competição.

Fui,porém, surpreendido pela tecnologia. O avião da Lufthansa no qual embarquei oferece acesso à internet ao custo de 9 euros uma hora e 14 euros por quatro horas. No anúncio que fazem dizem que é oportunidade para as tarefas corporativas e acesso aos amigos pelas redes sociais. Eu tinha um só interesse, assistir ao jogo do Grêmio e o fiz pelo aplicativo do Premier.

Foi gratificante, a caminho das férias, ver o Grêmio jogar mais uma vez futebol de gente grande. Luan acabou com o jogo e não por acaso sofreu o pênalti que nos fez justiça, depois de uma série de chutes defendidos pelo goleiro adversário. A marcação e a velocidade na troca de passes se repetiram e foram fundamentais para a conquista.

Ao fim do jogo ainda deu tempo de ouvir Douglas dizendo que queremos ir longe neste campeonato e lembrei de Avalanche publicada recentemente quando fui efusivo ao escrever que o Grêmio chegaria ao G4 e além.

Só não esperava mesmo é que o Grêmio fosse junto comigo tão além-nuvens assim como nesta noite.

Aqui do alto, saudações tricolores!

1 de julho de 2015

Na garra! Na raça! e no futebol...

Grêmio 1 x 0 Cruzeiro

Primeiro tempo: 0 x 0

Luan levou um cartão besta aos 2 minutos. Pôs a mão na bola sem nenhuma necessidade. E aos 8 minutos errou um gol feito. Um passe espetacular do Wallace o encontrou na cara do gol. Pedro Rocha entrava livre mas ele preferiu bater direto e deu em cima do zagueiro.

Aos 12 minutos uma jogada sensacional. Maicon deu para Pedro Rocha que deu um passe que deixou Marcelo Oliveira na cara do gol. Marcelo bateu para defesa do goleiro. Segunda chance de gol perdida.
Luan do risco da pequena área mandou alta para milagre do goleiro do Cruzeiro aos 17 minutos. Terceira chance de gol perdida.
Aos 22 minutos Luan, de novo, bateu de longe para fora.
O Grêmio dominava totalmente a partida e o gol não saia por detalhes. Ou imperícia. Ou pela afobação. Como a de Douglas que bateu longe do gol de fora da área aos 24 minutos.
Aos 28 minutos o primeiro susto. Um jogador do Cruzeiro deu uma paulada de fora da área no travessão. No rebote, a defesa aliviou.
Um belo ataque do tricolor acabou nos pés de Luan que deu uma bomba. A bola bateu na zaga e foi para escanteio. Eram 32 minutos.
Aos 39 minutos, o careca que apitava o jogo sem aparecer muito, resolveu dar um cartão amarelo para o Walace depois que este reclamou de um coice do Demonhão.
Pedro Rocha quase fez aos 42 minutos depois de um passe de Luan. A bola bateu na zaga e foi para escanteio. Na cobrança, contra-ataque dos mineiros que Maicon salvou. No segundo seguinte, Demonhão deu uma cacetada em Douglas, já tinha amarelo, e por isto, o ladrão fez vistas grossas e não expulsou.

.....

Um primeiro tempo muito complicado. O Cruzeiro não ficou bi-campeão brasileiro gratuitamente. 

O Grêmio, mesmo com as dificuldades, dominou quase todo o tempo e teve pelo menos 3 chances claríssimas de sair na frente. Não deu. Mas o time mostrou consistência e qualidade. Enfrentou o bi campeão do Brasil com superioridade e não ganhou por detalhe.


Segundo tempo: 1 x 0


O tricolor voltou igual. Pofexô tirou o ex-mazembado que era para ter sido expulso no primeiro tempo.
A 1:25 minutos Luan entrou livre e errou mais um gol. Chutou em cima do goleiro. O problema de Luan para ser craque: a conclusão deficiente.

No minuto seguinte foi  zaga gremista que passou por aperto. 
Galhardo bateu escanteio aos 5 minutos e Geromel quase fez.
Aos 7:30 minutos Marcelo Oliveira falhou e quase saiu o gol do adversário.
Geromel levou amarelo aos 11 minutos para brecar um contra-ataque. O juiz malandro não economizava cartão para os jogadores gremistas e era muito sovina quando o cartão era para os mineiros.
O Grêmio não conseguia jogar bem mas Douglas fez uma grande jogada e quase saiu o primeiro aos 14 minutos.
Luan driblou o zagueiro e deu um chute para defesa parcial do goleiro. Quando Giuliano ia marcar o goleiro rebateu. Quase gol na segunda jogada perigosa do segundo tempo.
Aos 20 minutos Luan bateu para grande defesa. Na sequência o zagueiro mandou para escanteio.
Um minuto depois Luan foi derrubado na área. O juiz não teve como não marcar o pênalti. 
Douglas bateu com muita tranquilidade e fez o 1 x 0.
Futebol é assim. No primeiro tempo o Imortal jogava muito melhor e não fez. No segundo, com jogo encardido, o gol.
Depois do gol o tricolor recuou e os adversários tentaram reagir.
Aos 34 minutos uma jogada sensacional. Bola de pé em pé quase resultou no segundo gol. A defesa adversária afastou o perigo.
Braian, que havia entrado, quase fez aos 36 minutos. A bola desviou e foi para escanteio.
No minuto seguinte o meretíssimo inventou uma falta para o Cruzeiro mas Marcelo defendeu.
Marcelo Oliveira, no minuto seguinte, fez espetacular jogada para defesa não menos espetacular do goleiro adversário.
Aos 40 minutos Galhardo fez uma falta na entrada da área pelo lado esquerdo do ataque. Falta perigosíssima. Na cobrança uma beleza, de acordo com Olivesky: um balão para fora.
Roger resolveu fechar mais e colocou Edinho no lugar de Douglas.
Aos 42 minutos falta para o Grêmio que Luan bateu direto e quase fez o segundo.
Aos 43 o time adversário quase empatou. Bola cruzada na área e o atacante chegou um milionésimo de segundo atrasado.
E foi isto.
.....

E o time destinado a jogar no rodapé da tabela está firme e forte subindo a cada rodada mais um pouco.

Onde pode chegar o futuro dirá, mas que a perspectiva é radiosa é.
O jogo de hoje era perigosíssimo e foi vencido do jeito que deu: com garra e um gol chorado.
Já o queeeeeeeeeeeeeeee grupo ... hahahahahahahahahahaha
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Como jogaram:

Marcelo Grohe: Nenhum trabalho no primeiro tempo. E também nenhum trabalho no segundo tempo.
Nota 7 
Galhardo: Sem se destacar mas sem comprometer. Nota 7
Geromel: É o melhor zagueiro do Brasil. 
Nota 9
Rhodolfo: Bem demais da conta como diriam os mineiros. 
Nota 9
Marcelo Oliveira: Perdeu um gol por detalhe no primeiro tempo. Falhou numa bola que quase deu gol do Cruzeiro no início do segundo tempo. Quase fez um golaço. 
Nota 8
Wallace: Meio enfeitado demais para um volante. Ms joga muito. Pelo enfeite 
Nota 7
Maicon: Muito bem. Está calando os corneteiros. 
Nota 8
Giuliano: Totalmente desaparecido no primeiro tempo. Melhorou no segundo. Nota 7 
Douglas: Tem de arriscar jogadas mais difíceis e por isto sofre com a corneta. Mas jogou muito bem e fez o gol da vitória. 
Nota 9
Luan: Errou vários gols mas sofreu o pênalti e criou muito. Um craque excepcional. Melhor do time longe. Nota 10 
Pedro Rocha: Fez muito boa partida. Saiu para entrar Braian Rodriguez. Nota 7

Braian(Pedro Rocha): Entrou bem. 
Nota 7 

Edinho (Douglas): Sem tempo mas vai levar uma  Nota 7


Roger: Está se revelano um grande treinador. Nota 9

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Arbitragem
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza (SP) - Até começou bem. Mas depois começou a aplicar. Não expulsou o Demonhão. Marcou acertadamente o pênalti.

29 de junho de 2015

Entrevista do VP Ico Roman para o Central GRE-nada


A entrevista está neste link aqui.

28 de junho de 2015

Avalanche Tricolor: no futebol, o Grêmio sempre terá a minha preferência

Por Milton Jung

Avaí 1 x 2 Grêmio
Brasileiro – Ressacada/Florianópolis (SC)


Gremio x Palmeiras


O dilema é antigo e, apesar de para mim sempre ter sido coisa bem resolvida, sei que muita gente ainda tem dúvida sobre seus próprios sentimentos: você prefere ver a seleção campeã a comemorar o título de seu time? Nunca pestanejei: quero o Grêmio campeão e azar de quem não gostar do que penso. Prova disso foi o que aconteceu nesse sábado em que o futebol tomou conta da programação a partir da tarde com a rodada do Campeonato Brasileiro e se estendeu à noite com a Copa América.

Ver o Grêmio em campo me causa muito mais apreensão e nervosismo do que a seleção. E não é por confiar menos no time gremista. É por torcer mais. Desejar muito mais uma vitória nossa do que qualquer outra (ao menos quando a referência é o futebol). E, nesse sábado, o desejo da vitória começou a ser atendido quando ainda nem havia me ajeitado direito no sofá.

Em jogada relâmpago, a pressão gremista provocou o erro da defesa adversária e, com apenas seis toques na bola, a partir da nossa intermediária, Pedro Rocha apareceu na entrada da área para marcar. Soube depois da partida, porque durante o jogo o locutor da televisão insistia em repetir que o gol havia sido no primeiro minuto de jogo, que nosso atacante fez o gol mais rápido do campeonato ao assinalá-lo aos 37 segundos. Foi o suficiente para voltar a ouvir elogios ao talento do jovem Rocha, apesar de não me iludir com isso, pois bastará uma partida dele sem gols, um erro diante do goleiro, para surgirem os que implicam com o futebol do guri. Dia desses houve até quem escrevesse que ele não era um atacante de verdade para explicar o gol desperdiçado na derrota para o São Paulo.

Aliás, lembro ter lido em algum lugar qualquer, após aquele mesmo jogo contra o São Paulo, que Luan era um “moscão”, a alegria dos zagueiros, o meia do drible para trás e outras coisas do mesmo nível. Com seu estilo diferente de jogar e difícil de marcar, Luan já é o segundo goleador do time, o que mais finaliza, dribla e dá assistência a seus companheiros. Nesse sábado, ainda marcou um gol em excepcional cobrança de falta. Colocou a bola por cima da barreira e no ângulo, como manda a cartilha. Foi mestre em segurar o jogo quando éramos pressionado e quase voltou a marcar no segundo tempo, após sequência de dribles dentro da área.

Claro que a vitória não poderia ser tão tranquila assim, especialmente por estarmos jogando na casa do adversário. A reação haveria de acontecer nem que fosse pela força de vontade, já que tecnicamente éramos superiores. No entanto, nossos laterais substitutos funcionaram bem, com destaque para o garoto Marcelo Hermes. A defesa se garantiu como pode e Tiago voltou a mostrar valor. Os volantes também deram conta do recado, ao menos enquanto Walace e Maicon formaram a dupla à frente da área. E nosso conjunto mesmo pressionado garantiu a primeira vitória fora da Arena.

Assim que se encerrou a partida, com o Grêmio beliscando a terceira posição e se aproximando do líder, situação que pode mudar conforme a combinação de resultados deste domingo, satisfeito com a vitória, peguei o casaco para afugentar o frio e me arrumei para assistir à missa das seis da tarde, na capela próxima de casa.

Ouvi ainda alguém me perguntar: e a seleção? Que tenha a mesma sorte do Grêmio, pensei comigo. Não teve.

A foto deste post é do álbum oficial do Grêmio no Flickr

27 de junho de 2015

Daniel Matador - No sufoco, mas intenso


Avaí 1 x 2 Grêmio

A torcida, como sempre, compareceu em peso e viu uma importante vitória do time.

Caros

Após o sucesso e a vitória nos últimos jogos em casa, os quais alavancaram a posição gremista na classificação do campeonato, o Grêmio foi em direção a Santa Catarina para tentar a primeira vitória fora da Arena. O Avaí, em tese, é um adversário interessante para atingir tal objetivo, visto não tratar-se de um clube de primeira linha e tampouco contar com um elenco extremamente competitivo, não obstante sua posição na tabela, superior até mesmo às pretensões do clube catarinense.

Uma das peculiaridades deste confronto é justamente o encontro com o jogador que marcou o primeiro gol gremista da Arena. Sim, ele, André Lima, o Guerreiro Imortal (sem risos, por favor). O técnico Roger levou o time até o estádio da Ressacada sem dar bola para retrospectos ou particularidades, e sim com o único objetivo de amealhar três pontos e avançar na tabela. Lucas Ramon e Marcelo Hermes ganharam sua chance nas laterais por conta das ausências de Galhardo e Marcelo Oliveira, que cumprem suspensão em face do terceiro cartão amarelo. No restante, a escalação do time foi a mesma que vinha sendo utilizada nos últimos jogos.


Primeiro Tempo: Avaí 0 x 2 Grêmio

O Grêmio não deu nem tempo para o Avaí respirar e abriu o placar aos 37 SEGUNDOS com o garoto Pedro Rocha! O jovem jogador gremista fez o que um atacante tem de fazer quando recebe a bola na entrada da área: chutou e marcou o gol mais rápido do campeonato até agora. O Avaí tentava recuperar-se do soco cruzado que o havia tonteado, quando aos 9 minutos o tricolor teve uma falta a seu favor na entrada da área. E aí foi a vez de Luan cobrar e aplicar mais um soco direto no adversário. O pobre goleiro nem saiu na foto da cobrança e outro gol era anotado, ampliando o placar. Assim como havia ocorrido no jogo contra o Corinthians na Arena, nem 10 minutos haviam transcorrido e o Grêmio já vencia por dois a zero. Aos 15, Douglas recebeu bola de Giuliano e quase marcou o terceiro. O tricolor aplicava até este momento o famoso ARRODIÃO!

Aos 20, o técnico Gilson Kleina botou Pablo no lugar de Jéci, tentando talvez mudar animicamente alguma coisa em sua equipe. Aos 32, Giuliano recebeu na área, porém demorou para arrematar e perdeu mais uma chance. Aos 36, Maicon saiu de campo na maca e Fellipe Bastos entrou em seu lugar. Aos 40, Luan avançou pela direita de ataque e cruzou para trás. A bola chegou até Pedro Rocha, que chutou forte, porém para fora. E o jogo foi sendo tocado em banho-maria pelo tricolor até os 47, quando o árbitro encerrou o primeiro tempo. O Grêmio controlou toda a primeira etapa e não deu chances para o Avaí sequer tentar alguma reação mais forte.





Segundo Tempo: Avaí 1 x 0 Grêmio

As equipes retornaram para o segundo tempo com as mesmas escalações que haviam encerrado a primeira etapa. Aos 5 minutos, a primeira chegada do Avaí, que resultou em escanteio e posterior rechaço da zaga gremista. E aos 9 minutos Lucas Ramon cometeu pênalti que foi cobrado na trave. Só que aí o árbitro resolveu dar sua contribuição na formação do placar e determinou nova cobrança por conta de uma suposta invasão de área, mesmo considerando que isso ocorre em TODAS as cobranças de pênaltis pelo mundo afora. Sem contar que o replay mostrou claramente que o primeiro jogador a invadir a área foi Pablo, do próprio Avaí. Aos 11, Pedro Rocha sai para a entrada de Mamute. Aos 12, Luan avançava em clara chance para anotar o terceiro gol quando a arbitragem anota um impedimento inexistente. Aos 14, Lucas Ramon alçou bola na área, a qual tocou na mão do jogador do Avaí. Óbvio que a arbitragem nada viu e o jogo seguiu. Aos 17, Mamute levou o terceiro cartão amarelo e está fora do próximo jogo. Aos 18, um perigoso contra-ataque do Avaí com André Lima e Anderson Lopes, o qual chutou para fora.

Aos 21, Douglas cobrou perigoso escanteio que quase foi convertido em gol. Aos 23, outra perigosa chegada do Avaí que Tiago mandou para escanteio. Aos 26, mais um ataque perigoso que quase resultou em gol. Aos 29, a primeira boa chegada do Grêmio no segundo tempo, em boa jogada de Douglas e Mamute. O time do Avaí era só pressão durante todo o segundo tempo. A saída de Maicon e a entrada de Fellipe Bastos literalmente desmontaram o meio de campo tricolor. Aos 42, Luan perdeu grande chance após entrar a dribles na área e ficar cara a cara com o goleiro, que fechou bem o ângulo. Aos 44, o Avaí perde de empatar em um cabeceio para fora. Aos 46, Marcelo Hermes brecou um perigoso ataque pela esquerda. O time suportou a pressão até os 49, quando o árbitro apitou o final do jogo que assinalou a primeira vitória gremista fora de casa neste campeonato e possibilitou o ingresso no G4.




Como jogaram:

Tiago: praticamente assistiu o jogo sem pagar ingresso no primeiro tempo. No segundo, suportou a pressão avaiana como um veterano. Nota 8
Lucas Ramon: não teve grande destaque ofensivo, que era o que esperava-se, em virtude de suas características e também por ter Marcelo Hermes na outra lateral. Cometeu o pênalti que originou o gol de desconto do Avaí. Nota 5
Geromel: a tranquilidade de sempre na zaga. Jogou bem demais, principalmente considerando que teve de desdobrar-se no segundo tempo para impedir os avanços do Avaí. Nota 8
Rhodolfo: assim como Geromel, foi soberbo no primeiro tempo e teve muito trabalho no segundo. Ainda mais considerando-se a condição dada à zaga por conta da queda de rendimento da volância, com a saída de Maicon. Nota 8
Marcelo Hermes: a opção de Roger por sua escalação mostrou-se acertada, considerando-se a proposta de jogo montada pelo técnico. Conhece suas limitações e joga dentro delas, sem enfeitar. Nota 8
Walace: mais uma vez mostrou as razões de ser um dos maiores volante em atividade no futebol brasileiro. Teve que jogar o dobro para compensar a saída de Maicon. Nota 9
Maicon: formava uma grande dupla de volantes junto com Walace, até sair de campo contundido ainda no primeiro tempo. Nota 7
Giuliano: movimentou-se muito e participou da maioria das jogadas ofensivas da equipe. Pecou por vezes pelo preciosismo. Nota 7
Douglas: teve uma participação mais destacada do que nas últimas partidas. Ainda assim, teve uma produção muito abaixo do esperado. Saiu no segundo tempo para a entrada de Braian. Nota 5
Luan: anotou um belíssimo gol de falta. É um dos atletas que mais busca o jogo. Nota 9
Pedro Rocha: fez o que o atacante tem de fazer quando está em frente ao gol. Nota 8

Fellipe Bastos: entrou no lugar de Maicon, porém foi muito aquém do que o titular apresentava em campo. Nota 5
Mamute: levou pouco perigo ao ataque, que é a função primordial de um atacante. Nota 6
Braian: entrou no final do segundo tempo e não produziu muito em campo. Nota 5

Roger: escalou muito bem a equipe titular. Mexeu mal ao botar Fellipe Bastos no lugar de Maicon e tirar Pedro Rocha, apesar de que as peças de que dispõe não são das melhores. Nota 7


Arbitragem: Marcelo de Lima Henrique é um dos mais conhecidos apitadores nacionais. Estava bem até a marcação do pênalti, o qual foi inclusive bem assinalado. Começou a lambança ao determinar a nova cobrança da penalidade sem justo motivo. Nem considerou a bola na mão do jogador do Avaí em lance seguinte e também assinalou impedimento inexistente de Luan. Mesmo assim, não conseguiu impedir a vitória tricolor.


O próximo confronto do Grêmio é contra o Cruzeiro, na Arena. Mamute não joga e Maicon é dúvida. Galhardo e Marcelo Oliveira retornam, o que acaba sendo um alento. A ascensão do clube na tabela é prova inconteste do crescimento da equipe sob o comando de Roger. O adversário será dificílimo, mas a presença em massa da torcida é o fator que poderá fazer a diferença e possibilitará a manutenção do time no G4. Para que a intensidade se mantenha e voos maiores possam ser alçados.


Saudações Imortais

25 de junho de 2015

Time, preparo, confiança, Koff e pastel de berbigão

A estrela do pré-jogo: pastel de berbigão

Encaminhado o time com Lucas Ramon e Marcelo Hermes nas laterais. O primeiro aparentemente não sentiu quando entrou no jogo contra o Palmeiras. Que aliás, foi uma pedreira. O segundo, após um início titubeante, estava mostrando qualidade quando saiu do time.
Sobram ainda Raul e Junior, duas grandes promessas. Sinal de que o grupo não é tão fraco assim como alguns teimam em rotular.
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Roger também tem feito muitos treinos táticos que pareciam ausentes do dia a dia tricolor. Se os jogadores assimilarem, quem sabe não será o diferencial para ganhar dentro da mesmice que é o futebol brasileiro?
A tática diferente e a preparação física. Com pouco tempo de trabalho já se percebe um time mais forte, correndo o jogo todo. A diferença de preparação está visível. E foi objeto de comentário de Giuliano.
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Também nas entrevistas dos jogadores se percebe as outras razões da melhora. Todos falam em retomada da confiança e ambiente mais leve.
Sem confiança não se chega a lugar nenhum. E com broncas a toda hora e por qualquer motivo também não.
Aparentemente Felipão, com o afastamento do Presidente Koff se sentiu desobrigado para com o Grêmio. E, rico e sem saco, deixou que isto influenciasse no seu ânimo e no trato com os jogadores.
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Por falar em Presidente Koff, após dias dramáticos o velho mostrou que é lutador e bravo. Hoje voltou a ser transferido para o quarto após melhora substancial na sua saúde. Dizem que já está até voltando a cornetear o time. Neste particular, é o único que tem esta permissão, se os corneteiros daqui querem saber.
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Não vai poder, ainda, acompanhar o Grêmio na Ressacada sábado. Ressacada para onde milhares de gremistas irão. Penso que será o maior público de futebol em Florianópolis este ano. Não vejo menos de 15 mil pessoas, o que para a cidade seria quase um recorde absoluto de público.
Eu e muitos outros gremistas do estado estaremos lá.
Quem for tem opção de comida lá mesmo ao meio dia.
O Avaí fará uma feijoada que faz todos os anos. E tem o Bar do Chapecó, com variedade de comidas e o famoso pastel de berbigão. Eu opto pelo segundo.
E a experiência que eu tenho me dá certeza que gremistas e avaianos estarão confraternizando antes e depois do jogo. Sem confusão.
E que venha a primeira vitória fora.
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Homenagem do blog ao gremistão Nico Fagundes